sexta-feira, 27 de agosto de 2010

calada da noite

Frio, vazio, sombrio
O vão da noite quieta
A bela sossega e cai
Meio a um redemoinho de perguntas
Se tem motivo para tanta sofreguidão


Pensa, reflete, acalma, dorme
De tremer até a sua última fibra muscular
Ela sobe e plana com prazer
Estrelado, puro, brilhante
O céu está a conhecer



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