Andaste pela minha lua
Beijaste meu céu
Alcançaste minhas estrelas
Envolvestes meu universo num abraço
Tenho medo da escuridão
não me deixe só!
Quero a luz do teu sorriso
não me deixe só!
Que sigas vagando pela lua
Que teus lábios toquem o céu a cada alvorada
Que subas e acaricie minha constelação
E que envolva meu mundo em cada momento
Só não me deixe só.
well, num mundo tão singelo como esse, a gente, as vezes, tem que desabafar ou até mesmo por as coisas por escrito em algum canto, vai que as palavras tem mesmo um certo 'poder'!? beijos. :*
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Beijo das imensidões
Quando assim me encontro
Reflito sobre tudo o que sinto
Aquilo que sinto por você

As ondas batem e voltam
Tocam meus pés com tanta calma
E a cada centímetro andado
Um metro de alma lavado
A Grande imensidão do mar
Deixa-se tocar pela majestade do céu
De repente TUDO torna pequeno
Tudo cria resistência pra ser explicado...
Quando, enfim, o beijo acaba e tudo some
As explicações vêm a tona...
Agora, dá pra entender
E o que consigo entender é que:
É meu amar: o beijo entre lua e o mar
Um amor toda noite conquistado.
Reflito sobre tudo o que sinto
Aquilo que sinto por você

As ondas batem e voltam
Tocam meus pés com tanta calma
E a cada centímetro andado
Um metro de alma lavado
A Grande imensidão do mar
Deixa-se tocar pela majestade do céu
De repente TUDO torna pequeno
Tudo cria resistência pra ser explicado...
Quando, enfim, o beijo acaba e tudo some
As explicações vêm a tona...
Agora, dá pra entender
E o que consigo entender é que:
É meu amar: o beijo entre lua e o mar
Um amor toda noite conquistado.
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
por aqui.
Tua presença agora é presente
Deixa-me assim: livremente flutuante
E tal leveza se dá de tal maneira
Que se quer percebes
O olhar de uma criança
Sorriso que me encanta
Alegria que me contagia
E quando chega perto...
Me leva além
Além do que se tem por fixo na Terra;
Ao mais puro estado de felicidade
É assim quando você está
Quanto está por perto de mim
e eu fico assim:
"Calmin, calmin"
Deixa-me assim: livremente flutuante
E tal leveza se dá de tal maneira
Que se quer percebes
O olhar de uma criança
Sorriso que me encanta
Alegria que me contagia
E quando chega perto...
Me leva além
Além do que se tem por fixo na Terra;
Ao mais puro estado de felicidade
É assim quando você está
Quanto está por perto de mim
e eu fico assim:
"Calmin, calmin"
domingo, 29 de agosto de 2010
Tráfego acidental
Vermelho, amarelo,verde
Faixa de pedestre
Motorista irresponsável
Carteira comprada, ou até roubada
Bebê chorando no banco trazeiro
As buzinas soam, o tempo não passa
De repente não se via verde, ou amarelo
Carros parados, algo se passa
Vermelho, vermelho, vermelho
Desta vez devido aos glóbulos vermelhos
Sem noção, o motorista acelerou
O bebê parou de chorar
Listras brancas sem passos em cima
Apenas com corpos frios
Carteira manchada
O silêncio se fez...
A sirene chegou, acabou
De resto as manchas no chão
Mais um dia de cão.
Faixa de pedestre
Motorista irresponsável
Carteira comprada, ou até roubada
Bebê chorando no banco trazeiro
As buzinas soam, o tempo não passa
De repente não se via verde, ou amarelo
Carros parados, algo se passa
Vermelho, vermelho, vermelho
Desta vez devido aos glóbulos vermelhos
Sem noção, o motorista acelerou
O bebê parou de chorar
Listras brancas sem passos em cima
Apenas com corpos frios
Carteira manchada
O silêncio se fez...
A sirene chegou, acabou
De resto as manchas no chão
Mais um dia de cão.
horizonte
Tão colorido, ofuscante, brilhante
O horizonte se encontra
Tudo porque estás ao meu redor
Desde cada grão de pólen
A cada orvalho do amanhecer
Porque cada lembrança tua é presente
O calmante mais aceitável aqui dentro
Os batimentos aceleram
Quando vagas em meus olhos
Quando me tocas
Provocas quase que uma taquicardia
Não resta nada a fazer
Se não recordar-te
Ao apreciar esse horizonte
Que me faz sempre te lembrar.
O horizonte se encontra
Tudo porque estás ao meu redor
Desde cada grão de pólen
A cada orvalho do amanhecer
Porque cada lembrança tua é presente
O calmante mais aceitável aqui dentro
Os batimentos aceleram
Quando vagas em meus olhos
Quando me tocas
Provocas quase que uma taquicardia
Não resta nada a fazer
Se não recordar-te
Ao apreciar esse horizonte
Que me faz sempre te lembrar.
Um dia
Você vai estar sozinho, vai fechar os olhos, e tudo estará negro; os números da sua agenda passarão claramente na sua frente e você não terá nenhum para discar. Sua boca vai tentar chamar alguém, mas não haverá ninguém solidário o bastante para sair correndo e te dar um abraço, nem te colocar no colo ou acariciar teus cabelos até que o mundo pare de girar; nessa fração de segundos quando seus pés se perderem no chão, você vai lembrar da minha ternura, do meu sorriso infantil. Viram súbitas memórias gostosas dos meus abraços e beijos, da minha preocupação com você e só vai ter um tipo de música a tocar no seu rádio: as nossas, a nossa trilha sonora.
Em um novo momento você vai sentir um aperto no peito, uma pausa na respiração e vai torcer bem forte para ter o nosso mundinho de novo, e o nome disso é SAUDADE, aquilo que eu tinha e te falava sempre. E quando você finalmente discar meu número, ele estará ocupado demais, ou nem será o mesmo, ou até eu nem queira atender, e se você bater na minha porta, ela estará muito bem trancada, se aberta... mostrará uma casa vazia; nesse instante, teus olhos te ensinarão o que são lágrimas, aquelas que eu te disse que ardiam tanto. O nome do enjôo que você vai ter é arrependimento, e a falta de fome que virá, chama-se TRISTEZA.
Então quando os dias passarem e eu não te ligar, quando nada de bom acontecer e ninguém te olhar com meu olhar encantador, você encontrará a famosa SOLIDÃO.
A partir daí, o que acontecerá chama-se surpresa, e provavelmente o remédio parar todas as sensações acima é o tal TEMPO, do qual você tanto me falava.
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
calada da noite
Frio, vazio, sombrio
O vão da noite quieta
A bela sossega e cai
Meio a um redemoinho de perguntas
Se tem motivo para tanta sofreguidão
Pensa, reflete, acalma, dorme
De tremer até a sua última fibra muscular
Ela sobe e plana com prazer
Estrelado, puro, brilhante
O céu está a conhecer
O vão da noite quieta
A bela sossega e cai
Meio a um redemoinho de perguntas
Se tem motivo para tanta sofreguidão
Pensa, reflete, acalma, dorme
De tremer até a sua última fibra muscular
Ela sobe e plana com prazer
Estrelado, puro, brilhante
O céu está a conhecer
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
não posso
Não posso te deixar
Se te vejo em todos os lugares
Não posso te esquecer
Se te levo no sangue
Se ainda me perco len..ta..mente
no nosso último abraço
terça-feira, 17 de agosto de 2010
ausência
Evitada por muito, eis que o tempo chegou
A tua ausência se tornou aceitável, comum
Tempo esse que um dia fez tudo parar
Hoje é motivo de tanto vazio no dentro do meu peito
Seguir a espera para que este seja preenchido
Já não é suficiente, não sacia, virou bobagem
Cansada, fatigada, fraquejada, desencorajada
A alma segue sega, ao ponto de não saber que rumo tomar
E canta, e brilha, e sofre
A velha e feliz alma esquecida
Preenche-me com o que restou, talvez de um amor
Seu último, perdido suspiro de lembrança
A tua ausência se tornou aceitável, comum
Tempo esse que um dia fez tudo parar
Hoje é motivo de tanto vazio no dentro do meu peito
Seguir a espera para que este seja preenchido
Já não é suficiente, não sacia, virou bobagem
Cansada, fatigada, fraquejada, desencorajada
A alma segue sega, ao ponto de não saber que rumo tomar
E canta, e brilha, e sofre
A velha e feliz alma esquecida
Preenche-me com o que restou, talvez de um amor
Seu último, perdido suspiro de lembrança
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
fantasias.
Encontrei arrepios, medos, sensações extravagantes e suaves
Juntei os cacos espalhados, sem-sentido
Neste dia criei, imaginei tudo de agradável que minh'alma precisara
Criei outro mundo, outro planeta, loucamente impossível
Parada frente aos redemoinhos de ventos frios e cinzas
Cantei com os passarinhos, voei pelo azul do céu
Peguei um lápis de cor e logo colori minhas asas
Adornei com brilhantina e festejei
O dia dura meses de muita correria e aprendizagens
Então surgia a noite, que ficava cerca de algumas semanas
Sempre chove quando a tristeza aparece
Porém, no fim o alegre arco-íris inova a alma e o ar
E tudo o mais era magia, fantasias reais a encantar
Juntei os cacos espalhados, sem-sentido
Neste dia criei, imaginei tudo de agradável que minh'alma precisara
Criei outro mundo, outro planeta, loucamente impossível
Parada frente aos redemoinhos de ventos frios e cinzas
Cantei com os passarinhos, voei pelo azul do céu
Peguei um lápis de cor e logo colori minhas asas
Adornei com brilhantina e festejei
O dia dura meses de muita correria e aprendizagens
Então surgia a noite, que ficava cerca de algumas semanas
Sempre chove quando a tristeza aparece
Porém, no fim o alegre arco-íris inova a alma e o ar
E tudo o mais era magia, fantasias reais a encantar
domingo, 15 de agosto de 2010
saudade.
Pressa essa que tenho pra curar essa saudade, e matar esse meu desejo
Cortei as asas dos meus pensamentos, só assim evito que toda noite ele vague por ai a tua procura...
Na solidão da minha cama, o frio já não é mais um incomodo, fecho os olhos lembro o teu sorriso
E escuto em meu peito o coração sussurrar baixinho o teu nome.. teu cheiro ainda está em meu lençol, lembrando-me do quanto a saudade dói.
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